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Como funciona a importação no Brasil

A importação deixou de ser um sonho distante na vida das empresas, e entrou para a lista de prioridades.  Buscar fornecedores em outros países já não é mais pensamento apenas de grandes empresas.  A pequena e média também quer participar deste jogo.

Mas com muita frequência, gestores e empreendedores se defrontam com a seguinte pergunta: como funciona a importação no Brasil?  O que eu preciso fazer para que as regras impostas pelo governo sejam cumpridas, e a minha operação não fique parada nos portos ou aeroportos? Neste artigo, a Connect vai te ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto.

 

Identifique fornecedores confiáveis no exterior

Necessariamente esta não é uma obrigação governamental, mas a primeira e mais importante decisão do seu negócio.

Identificar fornecedores confiáveis, que tenham produtos com preços acessíveis e qualidade superior àquela que você já tem no mercado interno, é o ponto mais relevante do seu projeto de importação.

Existem inúmeros meios de você prospectar e qualificar estes fornecedores, sem que para isso tenha de gastar muito dinheiro.

Você pode (e deve) começar pela internet, mas na hora de bater o martelo (enviar o câmbio), deve seguir algumas regras básicas para não ter surpresa.

Alguns fatores complicam o processo de qualificação, como a distância e até mesmo as dificuldades de comunicação, devido ao idioma ou cultura.  Mas com algumas dicas simples, é possível otimizar este processo e ser eficiente.

 

Os tipos de importação no Brasil

A importação brasileira está dividida em três possibilidades distintas: importação própria, importação por conta e ordem e importação por encomenda

A importação própria é aquela em que o próprio distribuidor do produto no mercado interno promove a sua importação.  Ele gerencia o processo desde a qualificação do fornecedor até o desembaraço aduaneiro. Normalmente, contrata funcionários internos e prestadores de serviços externos.

Existem vantagens e desvantagens neste tipo de operação, mas a importação própria é muito utilizada por empresas que desejam verticalizar o seu processo de compra o exterior.

Já as operações por conta e ordem ou por encomenda, são aquelas em que o importador de fato (aquele que irá distribuir) não cuida de todas as etapas do processo.  Ele vai contratar uma empresa (uma trading, assim chamada) que gerencia as várias etapas da importação, entregando a carga, já liberada, no Brasil, mediante acordo previamente escrito (contrato), e vinculado na Receita Federal.

Também existem vantagens e desvantagens nestes dois modelos de operação, mas é muito utilizado por empresas que desejam focar no seu negócio de distribuição, entregando as inúmeras exigências brasileiras para uma empresa especializada.

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